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Data de publicação: 16 de setembro de 2022
Fotos: Divulgação.
Créditos: Assessoria de Comunicação
A Secretaria Municipal da Saúde comunica que, conforme determinação do Ministério da Saúde, a faixa etária que pode receber as vacinas contra meningite e HPV foi ampliada.
A dose da meningocócica ACWY passa a ser disponibilizada para todo os adolescentes não vacinados entre 11 e 14 anos. A vacina contra a meningite já era disponibilizada no Calendário Nacional de Vacinação para adolescentes de 11 e 12 anos e agora, até junho de 2023, adolescentes de 13 e 14 anos também poderão imunizar-se.
A ampliação tem como objetivo reduzir o número de portadores da bactéria que causa a doença.
Já a imunização contra o Papilomavírus humano (HPV), feita em duas doses, teve a sua faixa etária ampliada de forma permanente para meninos de 9 a 14 anos. A nova orientação incluiu meninos de 9 e 10 anos. As meninas de 9 a 14 anos já podiam receber as doses do HPV.
A vacina pode ser feita na sala de vacinas do CAIS, nos seguintes horários:
Manhã: SEG, TER, QUI e SEX - 8h às 12h
Tarde: SEG, TER, QUA, QUI e SEX - 13h15 às 17h
Quem for vacinar-se, deve levar carteira de vacinação, cartão SUS, documento de identificação e usar máscara.
A meningite meningocócica é uma infecção bacteriana que pode atingir indivíduos de todas as idades e levar à morte. A infecção recebe esse nome por inflamar as membranas que envolvem o cérebro, chamadas de meninges. A prevenção é feita através da vacinação.
O vírus é transmitido por meio da fala, tosse, espirros, beijos, atingindo a garganta. A doença pode ser identificada pelos sintomas de febre alta, dor de cabeça forte, vômitos, rigidez no pescoço, manchas na pele e moleza.
O Papiloma Vírus Humano (HPV), é capaz de infectar a pele e as mucosas, sendo uma infecção sexualmente transmissível (IST). O HPV não apresenta sintomas na maioria das pessoas, além disso, pode demorar até 20 anos para se manifestar.
A vacinação contra o HPV em adolescentes é utilizada por mais de 100 países. Vários deles já possuem estudos de impacto dessa estratégia com resultados positivos na prevenção e redução das doenças ocasionadas pelo vírus, especialmente o câncer do colo do útero, que afeta milhares de mulheres anualmente.
A vacinação foca no grupo que ainda não iniciou a vida sexual para que a imunização seja feita antes da contração do vírus e porque o sistema imunológico do público alvo responde melhor à vacina. Como existe uma grande parcela de adultos que está infectada e não tem conhecimento, a vacina pode não ser tão eficaz.