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Ctrl + 1 (menu) Ctrl + 2 (conteúdo) Ctrl+ 3 (busca) Ctrl + 4 (mapa) Ctrl + 0 (acessibilidade) Lei Geral de Proteção de Dados
Data de publicação: 1 de junho de 2023
Fotos: Divulgação.
Créditos: Indianara de Vargas/Luiza Anschau-Méd.Veterinárias
Após confirmação, na última segunda-feira (29), dos primeiros casos de gripe aviária em aves silvestres no Rio Grande do Sul, o Serviço de Inspeção Municipal ressalta a importância dos cuidados e medidas provisórias que devem ser tomadas para evitar a contaminação pelo vírus do H5N1.
Para as Granjas Avícolas, reforçamos a restrição à entrada de pessoas de fora da rotina de trabalho nas granjas. Quanto às pessoas autorizadas a entrar nos aviários, devem usar roupas especiais e exclusivas para o acesso. Lembramos também o cuidado com o monitoramento e manutenção das barreiras sanitárias (arcos de desinfecção) na entrada dos estabelecimentos, para eliminar qualquer microrganismo, inclusive nos veículos que acessam os estabelecimentos.
Nas criações de sistemas semi-intensivo e subsistência, recomenda-se recolher as aves neste período. É importante que os pequenos produtores que criam aves caipiras tenham cuidado redobrado com a oferta de água e de comida para os animais, já que a disponibilidade de alimento é um atrativo para as aves de vida livre. Outras medidas são a instalação de barreiras naturais, como as telas de contenção para impedir a entrada de animais externos nas propriedades.
É importante lembrar que a Gripe Aviária (H5N1) não é transmitida pelo consumo de carne de aves e nem de ovos. As infecções humanas pelo vírus da Influenza Aviária podem ser adquiridas, principalmente, por meio do contato direto com aves infectadas (vivas ou mortas). Deste modo, pedimos para que a população evite contato com aves doentes ou mortas e caso encontre um animal morto ou enfermo acione o serviço veterinário local.