A Estratégia de Vacinação contra a Influenza tem como objetivo reduzir complicações e internações decorrentes da influenza, além de evitar a sobrecarga dos serviços de saúde.
As vacinas são inativadas, ou seja, são feitas a partir de vírus mortos. Elas são produzidas pelo Instituto Butantan e não têm capacidade de causar doença.
A mudança da composição de cepas (tipos de vírus) das vacinas contra influenza é fundamental para a eficácia do imunizante, já que o vírus se adapta e sofre mutações. A Organização Mundial da Saúde (OMS) analisa regularmente todos os subtipos do vírus da gripe que circulam com maior frequência, para melhorar a eficácia da imunização.
Em conformidade com as recomendações da OMS, todos os anos a Anvisa publica a composição das vacinas contra influenza que serão utilizadas no ano seguinte. A Agência faz essa atualização anualmente para alinhar a composição das vacinas com as recomendações da OMS para o hemisfério Sul.
Isso porque o vírus influenza, causador da gripe comum, tem uma alta capacidade de mutação – o que leva à constante variação das cepas em circulação. Como consequência, é necessário atualizar as vacinas disponíveis, para não correr o risco da perda de sua eficácia.
Composição - Nas vacinas trivalentes, oferecidas pelo SUS, são três tipos de cepas de vírus em combinação, sendo:
a) Cepas de Influenza A/Victoria/ (H1N1),
b) Cepas de Influenza A/Croatia/ (H3N2); e
c) Cepas de Influenza B/Austria/(B/linhagem Victoria).